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O desejo.

Hoje minha amiga Marcia tinha um frase interessante em seu MSN: É chato chegar a um objetivo num instante. (Raul Seixas)

Quando li, lembrei-me da série Desejo do programa Café Filosófico, sob curadoria do psicanalista Ivan Capelatto.

O vídeo explica a sacada do Raulzito.

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A pressão a nosso favor.

Publicado originalmente no blog da Unidade Cabral (www.derosecabral.com.br/blog)

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Muitas pessoas procuram nosso trabalho preocupadas em diminuir o stress. Será essa a solução? Chegaremos lá. Antes de responder, o que acha de nos questionarmos sobre algumas coisas?

Primeiro: É possível que nas grandes cidades a sociedade diminua os requisitos exigidos para nos destacarmos e conquistarmos objetivos?

Temos visto que não. É bom, no meu ponto de vista, que a cada dia o mundo se torne mais dinâmico e acelerado, estimulando a auto-superação.

O aumento dessa pressão gera um sentimento de competitividade maior. Fato consumado e criticado negativamente pelo pessimista, mas aproveitado pelo guerreiro em busca de aperfeiçoamento (atualmente existem milhares de publicações que enaltecem o comportamento altivo do último).

Segundo: Na atual circunstância da nossa vida, eu quero (ou posso) abandonar o mundo e a sociedade e me isolar negando o meio em que vivo?

Imagino que a maioria dos leitores jamais pensaria nisso, passar frio e fome dentro de uma caverna. Também não imagino pais querendo os filhos dependentes da família durante toda a vida.

Quase se entra num dilema existencial: quanto mais sucesso se deseja, mais pressões é preciso encarar. Mas se a pressão está além da capacidade de encará-la, desespera-se. No entanto, a sede de sucesso continua. O emocional sente o impacto. Depois o organismo. E, aos trancos e barrancos, caminha a humanidade atual.

É a historia do jovem que precisa estudar para passar no vestibular e entrar num mercado de trabalho saturado. No fundo ele sabe disso e, antes mesmo de concluir o ensino profissional, preocupa-se se terá um bom futuro. Sabe que existirão outros milhares de concorrentes saindo do “forno”, tão desesperados para ter sucesso quanto ele. Talvez a família obrigue esse paradigma.

É aquela empresária que compra vários livros sobre administração do tempo e crê que os sistemas ali ensinados são a grande solução. No final ela descobre que também não tem tempo para lê-los. Os volumes juntam pó sobre a estante. A nova compra é um pacote terapêutico para combater a neurose e a ansiedade e, no seu retiro, ela não larga o BlackBerry para saber como as coisas andam no escritório.

O mundo atual criou esse comportamento. Mas, pensemos: fazer o quê? Anarquizar? Abandonar?

Existe um provérbio antigo, publicado num dos mais de 20 livros do Educador DeRose, que diz o seguinte: “Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o solo com couro. Cubra os seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem se incomodar com eles.”

Não se engane: as pressões vão continuar, as exigências vão aumentar. E, principalmente, você vai querer sucesso. Como encarar tudo isso e não surtar?

Talvez a primeira coisa a fazer seja mudar o ponto de vista sobre stress. Não é ruim. Mau é a falta de administração sobre ele. A defasagem de energia faz com que observemos as pressões como obstáculos intransponíveis, não como degraus.

Se não fosse o stress, grandes cidades como São Paulo e Curitiba não seriam o que são. Grandes empresas e produtos inovadores não existiriam. Teorias criadas pelos mais renomados cientistas da nossa época não mudariam o curso da existência. Admita! Em algum momento da sua vida a pressão diária já lhe “alfinetou”, não é? Acho que você até gostou, pois viu o resultado positivo.

A idéia, portanto, é otimizar a maneira como administramos essa energia. Para isso o Nosso Método possui as ferramentas perfeitas, que vão atuar na maior capacitação do indivíduo, maximizando sua vitalidade, eliminando as tensões, fortalecendo sua estrutura biológica. Enfim, preparando-o para realizar, construir e conquistar muito mais. Guarde a regra: mais energia é igual a mais administração do stress. E administrar essa força é colocar a pressão a nosso favor, não apenas diminuí-la.

Isso tudo alicerçado pelos conceitos ensinados no Método DeRose, como boa educação, boas relações humanas, ética, entre outros. Sem eles, podemos nos potencializar e nos tornar pessoas excepcionais. Mas por sermos seres sociais, cumpre saber nos comportar da melhor maneira possível, para mudar o mundo e influenciar o ambiente (seja profissional, familiar, educacioal, etc.) pelo exemplo. Um exemplo de realização e construção, enaltecidos por superlativo e sincero contentamento.