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Archive for junho \28\UTC 2011

Novo endereço!

Amigos.

Agora você acompanha os meus posts no seguinte endereço:

 

www.raphaelcagnotto.com.br

 

Te vejo por lá!

Abraço.

Raphael Cagnotto

Categorias:Uncategorized

O desejo.

Hoje minha amiga Marcia tinha um frase interessante em seu MSN: É chato chegar a um objetivo num instante. (Raul Seixas)

Quando li, lembrei-me da série Desejo do programa Café Filosófico, sob curadoria do psicanalista Ivan Capelatto.

O vídeo explica a sacada do Raulzito.

Frio? Não na aula de hoje!

Apesar da friagem tão comentada, na aula de treinamento de ásanas de hoje o calor foi intenso. Ouça parte da trilha sonora!

Let’s groove, baby!

    

    

Hábito.

We first make our habits, and then our habits make us. 

John Dryden

Criar (ou mudar) comportamentos não é das tarefas mais fáceis. Sou da opinião de que um hábito só deve ser enaltecido quando escolhido conscientemente. Quando essa escolha tiver propósito.

A tecnologia nos ajuda no processo para a consolidação dessa opção comportamental. Meu amigo Vernon me indicou o site http://habitforge.com. Ele serve para gerenciar a “forja” de um condicionamento que você determinar.

Você pode, por exemplo, configurar o hábito de fazer sua prática diária do Método DeRose, de correr, de escrever, etc. O programa estabelecerá 21 dias para sua criação e você será cobrado por um e-mail perguntando se fez o seu “dever” no dia anterior. O mais interessante é que voltará a estaca zero se quebrar a rotina.

Vale a pena experimentar.

Raphael Cagnotto

Tire a poeira da bike!

Se você ficar em São Paulo nesse feriado, vale a pena pegar sua bicicleta e aproveitar a CicloFaixa Cidade de São Paulo.

Agora com um percurso tranquilo de 45 km, você passeia pela cidade com bastante segurança e visita três excelentes parques de São Paulo: Parque do Ibirapuera, Parque do Povo e Parque Villa Lobos. Entre nos parques Ibira e Villa e o trajeto passará de 50 km.

Agora ela funciona das 7 às 16 horas. Tenho tentado começar às oito.

Uma das coisas que me fascinam nesse projeto é a boa vontade dos monitores e auxiliares. A cada passagem por um cruzamento recebo um bom dia muitas vezes entusiasmado, sempre acompanhado por um sorriso.  Em algumas paradas acontece um trivial bate-papo e, quando o semáforo abre, um atencioso “Bom passeio, amigo!”.

Em meio a tantas barbaridades, polêmicas e divergentes opiniões sobre o assunto bicicletas na cidade de São Paulo (outro dia quase acontece uma briga no Jornal da Cultura), vamos reconhecer e aproveitar essa iniciativa. Fazer isso todo domingo é uma ótima rotina.

Será que amanhã nos encontraremos por lá?

Raphael Cagnotto

Visite o site: www.ciclofaixa.com.br

Já parou para ouvir uma música hoje?

Se você teve uma infância cultural como a minha, com certeza aproveitou a excelente programação infantojuvenil da TV Cultura.

Lembrei de um episódio da série Mundo da Lua, no qual o avô de Lucas, Orlando Silva (interpretado por Gianfrancesco Guarnieri), aprecia calmamente uma música, sentado em sua confortável poltrona da sala de estar.

Nos dias atuais, cheios de correrias e pressões que parecem não ter fim, acomodar-se em uma poltrona para vivenciar uma boa música parece ter se tornado coisa de “gente velha”. O próprio roteirista da série, Flavio de Souza, estimula esse ponto de vista (é o avô, aposentado, que delicia-se com aquela música de Rafael Hernandez). Esse comportamento ficou no tempo do Onça, talvez na época em que se reunia a família para ouvir as novelas e apresentações ao vivo nas “rádios Tupi” da vida.

Hoje, imagino que para a maioria das pessoas, a música virou um pano de fundo para o dia-a-dia. Ouve-se música no carro, mas a concentração fica dividida entre o cantarolar com batuque no volante, o bate-papo com o carona e a atenção para não engavetar com carro à frente. Entre os acordes que saem do computador e aquele relatório que você tem que analisar, para ontem.

Adoro trabalhar ouvindo músicas, mas nada como poder desfrutar de momentos para realmente apreciá-las, com toda a concentração voltada para aquilo a que me predispus. Com a intensão para entender os mais variados sentimentos que o artista quis expressar em sua obra.

Convido você a reservar alguns minutos do seu tempo para isso. Servirá como exercício de concentração e você perceberá um ótimo estímulo à qualidade de vida.

Faça sua playlist e divirta-se!

Raphael Cagnotto

Terminando de ler.

Alamut, de Vladimir Bartol (tradução de Michael Biggins).

Um romance que relata a história de Hasan Ibn Sabbah, lider da doutrina Ismaili no século XI.

Expõe como a associação de poder, conhecimento e domínio favorece a dominação de outras pessoas.

Esse livro inspirou a fantástica franquia de jogos Assassin’s Creed, da Ubisoft.

Vale a pena!